Tenho 41 anos. Cresci em um lar marcado por brigas e um casamento que continuou apenas "por causa da filha". Essa frase moldou tudo: o que eu entendia por amor, sacrifício e o que eu devia aos outros.
Adulta, fiz exatamente o que meu sistema aprendeu: casei com padrões idênticos aos do meu pai. A forma de lidar com o dinheiro, a priorização de tudo menos o que importava e a aceitação do inaceitável. Eu não estava fazendo escolhas ruins de propósito; eu estava sendo leal a uma história que aprendi antes mesmo de saber falar.
Com o dinheiro, não foi diferente. Minha mãe compartilhava a angústia financeira desde que eu era criança. O medo dela virou a minha programação. Décadas depois, eu ajudava meus pais com um terço do meu salário, sentindo que a escassez deles era uma dívida minha.
Foi através da neurociência, da epigenética e da psicologia sistêmica que eu entendi: a lealdade que eu carregava não precisava ser provada através do meu sofrimento.
O padrão podia parar. E parou em mim.
É exatamente esse caminho de clareza e libertação que estruturei no Código da Prosperidade.